Eva: 4 anos de ti!

Eva: 4 anos de ti!

4 anos. Já 4 anos. É repetitivo, eu sei, as mães passam o tempo a dizer “já??”. Mas a verdade é que os nossos bebés crescem e isso tem um sabor agridoce. Por um lado é maravilhoso ver-vos crescer, por outro a nostalgia de quando eram pequenos, os nossos bebés, é gigante!

Eva, não tenho palavras para descrever o orgulho que sinto em ser tua mãe.

És “mimada” como só uma menina o sabe ser, és “birrenta”como só um “filho-do-meio” o sabe ser, és teimosa como só um “escorpião” o sabe ser. E conjugas tudo isto num valente jogo de cintura capaz de nos levar ao desespero e à exaustão como só tu o sabes fazer!

Mas és tudo isto apenas quando queres.

Porque na tua essência és genuína, prestável, empática e amorosa como só tu sabes ser!

Do alto dos teus quatro anos ajudas-me mais do que podes imaginar, quando pões a mesa, quando varres o chão, quando ajudas o Francisco a fazer alguma coisa, ou quando arrumas sozinha o “quarto dos brinquedos”.

E quando me pedes o ouvido para me susurrar um “gosto muito de ti” o meu dia ganha outra cor!

És a minha menina. Somos cumplices, somos companheiras, e juntas somos patetas, somos acrobatas, somos artistas, cabeleireiras, cozinheiras, empregadas de super-mercado, professoras, enfermeiras, bombeiras, policias… vivemos histórias inventadas nos nossos minutos mágicos, e o teu sorriso tem o dom de me recarregar baterias!

Amo-te mesmo quando me zango, e sei que tu sabes disso.

Sei que às vezes quando me zango grito demais, e tu não gostas, e acredita que eu também não. Mas eu ainda estou a aprender, porque isto de ser mãe é maravilhoso mas é muito mais dificil do que parece!

Prometo que estarei sempre aqui para ti, para rir contigo, para chorar contigo e enxugar as tuas lágrimas, para te ajudar a resolver os teus problemas por muito dificeis que eles pareçam, e para te ajudar a lidar com as tuas “asneiras” mesmo que primeiro me zangue – lembra-te que as mães são peritas em zangar-se! Mas nunca, nunca te deixarei sozinha.

Eva, minha Eva, não tens um palácio, mas és uma princesa. A minha princesa!

 

Assim vai a vida… aos olhos de uma mãe!

 

 

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