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Cama partilhada… sim ou não?

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Cama partilhada ou co-sleeping. Mais um tema extremamente controverso no mundo da saúde infantil.

Afinal, co-sleeping (ou cama partilhada), sim ou não ?

A resposta é do mais simples que pode haver: depende. Depende de cada família, depende de cada contexto.

Há famílias para quem isso é uma realidade incontestável, outras para quem simplesmente isso não faz sentido. Assim como há futuros pais que “nunca irão partilhar a cama com os bebés” e quando o bebé chega tudo muda.

O que é importante neste caso? Que se os pais decidem partilhar a cama, o possam fazer em segurança.

Mas então é possível fazer co-sleeping em segurança? É, desde que sejam respeitados certos critérios, entre eles pais não fumadores, nem sob efeito de medicamentos, álcool ou drogas. Há outros critérios a respeitar para que se possa partilhar a cama em segurança.

E será que o co-sleeping aumenta o risco de morte súbita? Segundo alguns estudos divulgados pela UNICEF UK, a resposta é não, desde que as regras sejam cumpridas.

O co-sleeping aumenta – muito! – o risco de morte do bebé quando praticado ao acaso, sem conhecimento das medidas de segurança.

A UNICEF tem ainda uma campanha para sensibilizar os profissionais para o risco de “proibir” o co-sleeping. Na verdade, a grande maioria dos pais, são levados a colocar o bebé na sua cama a um dado momento.

O facto de lhes ter sido “proibido” pelos profissionais não vai fazer com que não o façam, mas aumenta o risco de que o façam sem segurança.

Se enquanto profissionais trocarmos o proibir ou o impor, por informação e orientação, estamos a contribuir de forma mais consciente para a responsabilização parental.

Até porque os profissionais podem tentar meter medo, proibir, impor ou pressionar os pais, mas os profissionais não são polícias.

E depois, dentro das quatro paredes da família o que fica é a responsabilidade dos pais e as suas escolhas.

E pais bem informados tem mais recursos para tomar decisões seguras.

Por aqui, somos incontestavelmente adeptos da cama partilhada, o que permite que todos possamos descansar melhor. Mas estamos conscientes dos riscos e das regras do jogo.

Há noites, como a de hoje que acabam com os três mais novos na nossa cama, porque tiveram “sonhos maus”… É raro terem “sonhos maus” na mesma noite, mas acontece… e o aconchego da cama dos pais não é negado a ninguém. Até porque eu própria, quando tenho pesadelos com algum deles só me apetece ir enfiar-me na respectiva cama e dormir abraçada a eles naquele conforto e segurança tão conhecido de quem se ama.

Aqui fica o link para o site da UNICEF sobre síndrome de morte súbita do lactente e co-sleeping.

Aqui, o link para o site da UNICEF com as recomendações para os profissionais.

E o link para o site da UNICEF com as recomendações para os pais.

Descobre aqui as datas e os temas dos próximos workshops !

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