Se uma coisa te faz sentir mal, provavelmente não é o caminho certo para ti!

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Há vários anos, numa altura delicada da minha vida tive de tomar uma decisão importante que iria impactar a minha vida para sempre. Tinha duas opções, ambas iram ter um impacto muito importante embora com resultados muito diferentes na prática. 

A primeira opção, que à primeira vista seria a que teria menos impacto, foi a que esteve em cima da mesa vários dias. Mas cada vez que pensava nessa decisão chorava desalmadamente.

Era uma decisão que me fazia sofrer, que me deixava triste, que me fazia sentir mal, embora à primeira vista parecesse de facto a mais acertada. 

Ao fim de uns dias tive um insight importante que trago comigo até hoje: algo que te faz sofrer, chorar, sentir mal, não pode ser o caminho!

Tomei a minha decisão definitiva: optei pela segunda opção e não me voltei a sentir assim. Hoje sei que foi a melhor decisão que poderia ter tomado, não faria sentido ser de outra forma. 

Porquê que te estou a contar isto? Porque na nossa caminhada como mães (e pais) somos muitas vezes confrontadas com situações em que por orientação da pessoa A ou do profissional B somos incentivadas a fazer coisas que nos fazem sentir mal.

Deixar chorar o bebé para se habituar a dormir na sua cama, desmame nocturno precoce em bebés de poucos meses porque já não precisa mamar de noite, etc etc etc. 

Seja aquilo que for que te digam, mesmo que seja o profissional mais experiente e aparentemente competente a dizer, lembra-te disto: se te faz sentir mal provavelmente não é o caminho certo para ti! 

Em parentalidade não há certos e errados, há famílias diferentes, bebés diferentes, realidades e histórias diferentes. O que é bom para ti não é necessariamente bom para outra mãe/bebé /família. E o contrário também: o que é bom para outra família não é necessariamente bom para ti! 

O que é bom para ti tem de te fazer sentido!

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